Preso no tempo
Desatando as cordas
Desse pensamento
Que teima em correr
Como tempestade
Acalmando a dor
Na suposta amizade
O corroer da alegria
Como que euforia
Virando tornado
A toda a hora lembrado
À noite se estende
Infinito passado
Rutura anunciada
Há muito avistada
Ninguem se alimenta
Do pouco ou do nada...